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::Monocromática::
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meu pequeno universo paralelo
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Quinta-feira, Novembro 15, 2007
De mudança
Mal voltei, já estou de partida. Mas, recebi de presente da Mi e ficou tão lindo e prático, que tive que ir correndo pra lá. Não percam tempo e venham me fazer uma visita:
Meu novo blog
posted by Samara 6:48 PM
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Terça-feira, Novembro 13, 2007
::Corrente::
Peguei há um tempo no blog da Ferdi, e agora que tenho blog, respondo:
Apelido: Sam
Idade: hora da piada dos dois patinhos na lagoa.
Cabelos: Castanhos.
Olhos: Pretos.
Cor: Meio amarelada.
Descendência: Portuguesa, eu acho. Mas minha mãe é de Nova Russas (CE) e meu pai de algum interior do Rio Grande do Norte, rs.
Pais: Mário e Luzanira
Irmãos: Melhor não tê-los, mas se não tê-los como sabê-los?
Comida: Pizza, chocolate e pizza de chocolate.
Bebida: Guaraná, café com leite, água, sucos.
Cigarro: Longe de mim
Drogas: Não, obrigada.
Música: Imprescindível.
Trabalho: Preciso de um.
Pets: Na casa dos outros, eu acho lindo.
Religião: Deus.
Love: Minhas pessoas, uns sons, umas imagens, algumas sensações.
Hate: Esperar, desrespeito, hipocrisia, mau humor, ignorância.
Filmes: De comédias românticas americanas (embora prefira as européias) a dramas psicológicos paquistanenses (embora prefira os europeus)
Vício: ter muitos vícios.
Família: ê, família á
Amigos: I'll be there for you, ‘cause you're there for me too
Inimigos: Não que eu cultive.
Medo: Don't lose yourself in your fear
Arrependimento: Melhor preveni-los
Apagaria da memória: queria esse poder.
Viveria novamente: Tanta coisa, mas em tempo real.
Boa experiência: Na memória e no coração.
Má experiência: pulo.
Sonho: Mais acordada do que dormindo.
Pesadelo: Os com os olhos abertos são os piores.
Orgulho: Das minhas primas mais novas.
Felicidade: nas horinhas de descuido e nos pequenos detalhes.
Tristeza: nas demais horas.
Roupas: as confortáveis
Carro: queria um pegeut 206, mas me contendo com um palio 97
Moto: só na garupa e com muito receio
Esporte: queria voltar a nadar.
Time: Digo por aí que é o Corinthians.
Tattoos: Não tenho.
Cidade/good: Belo Horizonte.
Cidade/bad: eu gosto das cidades em geral, de desvendá-las, mas infelizmente nem conheço tantas assim.
Ídolo: Depende do sentido, mas na ficção fico com a Lorelai Gilmore.
Frio/Calor: Frio.
Chuva/sol:Tempo nublado.
Dia/noite: Dia.
Praia/montanha: Montanha.
Coca/Pepsi: Guaraná antártica diet.
Brahma/Skol: Café com leite.
Primeira coisa que te atrai no sexo oposto: varia.
Cor Preferida: Lilás
Fruta: Maça e uva
Quantos discos possui: mais de 100, mas menos do que eu gostaria
Uma banda: Uma não dá, fico com Titãs e Hanson.
Um vocalista: Lirinha
Um guitarrista: Tony Bellotto
Um baixista: passo.
Um baterista: Zac hanson
Um escritor: Um ou dois é impossível: Machado de Assis, Rubem Fonseca, Luís Fernando Veríssimo, Saramago...
Livro favorito: chega desse negócio de preferido.
Disco favorito: chegaaaa!!
O mundo seria um lugar melhor se: houvesse mais bom senso.
O Futuro: a Deus pertence, então, vamos que vamos!
Quem quiser responder, fique a vontade.
posted by Samara 7:52 PM
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Sábado, Novembro 10, 2007
O sistema
Antes de mais nada, um fato: eu tenho a tendência de gostar, ou pelo menos está propicia a aceitar mais, digamos, "passivamente" qualquer coisa vindo da Fernanda Young e qualquer coisa que tenha a participação do Selton Mello. Por isso mesmo é até meio "doloroso" o que venho questionar a seguir: sou só eu ou vocês também estão achando O Sistema meia boca? Meio riso meio forçado?
A premissa é boa, mas as idéias, a produção e as piadas deixam a desejar. Tá, que ninguém espera uma primorosa produção de um seriado global, mas isso nunca foi problema para Os Normais ou Sexo Frágil, por exemplo. Ninguém também condena a falta de verossimilhança, mas se for pra exagerar e excrachar a esse ponto, que seja pelo pra ser engraçado.
Vou dar uma terceira chance, mas já começo a mentalizar desde já: alguém traz Os Aspones de volta para minha sexta a noite. Aliás, até Minha nada mole vida tá valendo. O Hélio é bem mais legal do que a Trash.
posted by Samara 12:36 AM
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Domingo, Novembro 04, 2007
Desabafo de domingo
Esse meu complexo de Amélie Poulain misturado com Bridget Jones ainda me mata. Embora, o que não mata, fortalece (é o que dizem), mas no momento eu não estou nenhum um pouco Harriet Hayes. Minha fé já não é mais a mesma, e você não acredita mais em nada, nem em ninguém, hoje em dia sem ter ela em alta cota. Tudo é mesmo uma questão de fé. Inclusive, eu até tinha fé que esse blog não ia voltar para ter esse tipo de função.
posted by Samara 5:33 PM
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Sexta-feira, Novembro 02, 2007
STUDIO 60 ON THE SUNSET STRIP
(em letras garrafais, porque merece)
Resumindo, mas resumindo meeeesmo, a série mostra os bastidores de um programa de TV no estilo de Saturday Night Live. Pra quem é do meio da comunicação ou tem curiosidade a respeito do tema, já é um prato cheio, mas os atrativos da série não terminam aí. Além de tratar muito bem dos mecanismos do show business, ela também toca em outras feridas americanas, principalmente na política e religião, e os eternos embates entre conservadorismo X liberalismo e democratas X republicanos, mas pasmem, sem ser clichê ou carregar a bandeira de um dos lados.
Aliás, grande parte dos méritos de Studio 60 é conduzir esses assuntos com inteligência e uma certa "delicadeza" (não no sentido meloso) , de maneira que os diálogos são sempre o ponto alto das cenas, e eles são muitos e rápidos, por isso a coisa mais fácil é você se perder e ficar com cara de a sensação "não entendi nada" e ter que voltar e rever de novo pra absorver todos os pormenores, aliás, o recurso será muito usado, pois, acredite, você vai adorar rever certas cenas, mesmo que alguns não seja tão fáceis de serem assimilados. Roteiro e produção são impecáveis e todos os episódios, sem exceção, são excelentes - palmas para Aaron Sorkin, o criador e produtor executivo e sua equipe.
Ah, sim, além de todas essas questões que o rondam o set de Studio 60, as relações de amizade e os romances também fazem parte do encanto do seriado, sem ser piegas, mas com muita sensibilidade, onde um "não sei" ecoa mais profundamente do que um "eu te amo", e sendo Matt Albie (Matthew Perry) e Harriet Hayes (Sarah Paulson) o melhor não-casal do momento; e Matt e Danny Tripp (Bradley Whitford) sutilmente responsáveis pelos melhores momentos de lealdade e companheirismo da série.
O programa humorístico dentro da série dramática, que também se chama Studio 60, pelo pouco que a gente ver entre ensaios e gravações, também é ótimo, e junto com os diálogos sarcásticos equilibram os momentos tensos com risadas.
É, como percebem, eu fiquei instigada, intrigada, fascinada, deslumbrada (e tome mais um monte de adjetivos terminados em ADA pra descrever a sensação) com o quê eu vi. Primeiro porque eu não esperava nada da série, só queria mesmo era ver Matthew Perry e Lauren Graham (a Lorelai Gilmore) juntos em cena (ela faz uma pequena participação especial ), segundo porque eu sou totalmente descrente em relação às séries novas e terceiro, e mais imperdoável, eu achava que ia ver algum Chandler mal acabado e transvertido de importante homem de Hollywood. E tome três tapas na cara seguidos, mas muito merecidos. Matthew está excelente! Depois de me encantar com o hilário Chandler Bing, ele agora me conquistou de vez com um complexo Matt Albie.
O único problema é que a série acabou caindo na armadilha daquilo que ela sempre criticou, por falta de audiência (esses americanos, hunpf!) a série foi cancelada prematuramente. Ao invés de ficar reclamando, não vou pensar nas muitas temporadas que podia ter, vou é encarar como se fosse um filme enorme dividido em 22 partes.
Bom, pra quem quiser assistir, pode baixar aqui: ou ainda dá tempo de ver o último episódio que será exibido domingo na Warner, ás 21h. Só não garanto que vá entender, mas que ele é incrível, ah, isso é.
Só me permitam mais uma coisa: QUE MERDA QUE A SÉRIE FOI CANCELADA!!! (bate na mesa com o punho fechado).
posted by Samara 9:45 PM
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